Direitos Humanos

A P&D Factor subscreve a abordagem baseada em direitos humanos, trabalhando para garantir a todas as pessoas numa base de igualdade, não discriminação e não violência os seus direitos humanos intrínsecos a uma vida digna, livre de medo, de perseguição e de discriminação. Com isto em mente, a P&D Factor acredita que a promoção do desenvolvimento holístico e horizontal, alicerçada numa abordagem com enfoque na garantia plena dos direitos fundamentais, conduz a uma progressiva erradicação de pobreza, entendida enquanto factor estrutural gerador de insegurança generalizada, instabilidade social e injustiça endémicas.

Ver documentação relacionada com o tema.

Mensagem da Diretora Geral da UNESCO por ocasião do Dia Internacional da Mulher

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8 de março de 2017 - Mensagem da Diretora Geral da UNESCO por ocasião do Dia Internacional da Mulher

Comemorações dos 40 anos da CIG sob o lema “ATÉ À IGUALDADE”

CIG Ate Igualdade

Comemorações dos 40 anos da CIG arrancam nos próximos dias 7 e 8 de março de 2017 sob o lema “ATÉ À IGUALDADE”. 

Manter as promessas às mulheres e às raparigas

A Assembleia da República, durante a sessão plenária de hoje dia 27 de Janeiro de 2017, aprovou por unanimidade um voto proposto pela sub-comissão de Igualdade e não Discriminação - Voto de Saudação N.º 201/XIII-2ª MANTER AS PROMESSAS ÀS MULHERES E ÀS RAPARIGAS onde se pode ler:

Manual do Conselho da Europa destinado a combater o discurso de ódio

ManualREFERENCIAS CombateDiscursoOdioOnline Capa 200x200

Manual do Conselho da Europa "REFERÊNCIAS" sobre o combate ao Discurso de Ódio Online através da educação para os Direitos Humanos.

Passagem do furacão Mathew pelo Haiti põe em perigo mulheres e raparigas

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Mulheres e raparigas no Haiti em risco de serem espancadas, sexualmente agredidas ou de morrerem de complicações no parto após a passagem do furacão Matthew.

Quando a prevenção não existe e os direitos são ignorados

ReportGenitalMutilationGuinea capa 200x135

"Um novo relatório da ONU divulgado no final de abril diz que, apesar de ser proibida pela legislação nacional e internacional, a mutilação genital feminina (MGF) continua a aumentar na Guiné Conacri. No estudo refere-se que 97 % das raparigas e mulheres com idades entre 15 a 49 anos a viver naquele país africano foram submetidas ao corte dos órgãos sexuais externos.".

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