“Para que consigamos quebrar ciclos de desigualdades e violência, mostra-se crucial empoderar mulheres e raparigas, agindo preventivamente. Caminhar para um desenvolvimento sustentável, como aliás advoga a agenda 2030, implica necessariamente atuar ao nível da saúde, igualdade, educação, entre outras dimensões, numa lógica empoderadora, articulada, inclusiva e efetivamente comprometida por parte dos Estados, da sociedade civil e do próprio setor privado e da sua responsabilidade social.”
Joana Torres


“Sem a garantia da proteção e defesa da autonomia corporal da mulher, muitos outros problemas continuaram a subsistir: violência sexual, mutilação genital feminina, os casamentos infantis, atos que violam os direitos de autonomia e dignidade das mulheres e raparigas, mas também a mortalidade por razões associadas à gravidez e ao parto.”
“A ala dos que têm e vivem, e a ala dos que não têm e por isso sobrevivem. Ambos enfrentam restrições nas suas vidas, fruto do novo normal.”
"Com a Covid-19 aumentou a pobreza das mães chefes de família devido à diminuição das atividades geradoras de rendimento."
“Uma Cooperação que assuma os direitos humanos das mulheres como sua prioridade tem necessariamente de se reconfigurar. Isso passa por incluir este objetivo no tipo das prioridades estratégicas da APD e assumir o respetivo financiamento.”