Direitos em Notícia

. Conselho Português para os Refugiados (CPR)

Fotografia Teresa Tito de Morais

Teresa Tito de Morais, Presidente “As migrações forçadas são deslocações de pessoas feitas por coerção e repressão dos seus direitos mais fundamentais.”

. Vale sempre a pena lutar pelos nossos ideais

Fotografia de Mónica Ferro

Mónica Ferro “É efetivamente necessária uma revolução paradigmática que afirme direitos e saúde sexual e reprodutiva como desbloqueadores de mais saúde, mais direitos e mais produtividade. Tudo traduzido em políticas públicas bem informadas, financiadas e monitorizadas.”

. Os direitos fundamentais no centro da decisão política

Fotografia de Luísa Salgueiro

Luísa Salgueiro “...garantir que Portugal participa no investimento global de fazer face às desigualdades ... Ser parlamentar exige uma visão global do mundo em que vivemos.... Os Direitos Humanos e a cidadania exigem que a perspetiva dos direitos fundamentais de cada uma e de todas as pessoas estejam no centro da decisão política...”

. Mulheres à política

Fotografia de Maria Helena Santos

Em Portugal, a igualdade entre homens e mulheres só ganhou força de lei na Constituição de 1976. Ainda assim, na política as mulheres continuam a ser uma minoria. A Lei da Paridade obriga a uma representação mínima de 33,3 por cento para cada um dos sexos mas, no Parlamento, só 27 por cento dos lugares são ocupados por mulheres. Um número bem distante da paridade efectiva. A poucos meses das eleições legislativas, Helena Santos, investigadora no ISCTE, onde estuda as relações de género na política, identifica os obstáculos e as barreiras invisíveis que continuam a ser colocadas às mulheres. Para mudar, defende a criação de quotas.

. Tiago Landreiras - O jovem feminista

Tiago Landreiras

São cada vez mais os homens que fazem da igualdade de género uma causa e que se assumem como feministas. Tiago Landreiras*, estudante de Direito, é um deles. Sem preconceitos, luta pela igualdade de direitos e de oportunidades entre homens e mulheres e apela a outros fazerem o mesmo. Ele próprio explica porquê.

. Investir nas meninas para melhorar a humanidade

Fotografia de Cláudia Semedo

Ser discriminado na escola, na família, no trabalho, na saúde. Só porque se nasce menina ou porque se é mulher. A indignação diante dos factos e o apelo à mudança pela voz de Cláudia Semedo*, atriz e embaixadora do Ano Europeu para o Desenvolvimento 2015.

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