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CIG repudia afirmação discriminatória proferida por taxista e apresenta queixa junto do Ministério Público

Logo Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género

A CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, enquanto organismo público responsável pela promoção e defesa da igualdade de género e do combate à violência doméstica e de género, vem publicamente repudiar a afirmação “as leis são como as meninas virgens, são para ser violadas”, proferida ontem, 10 de outubro, por um taxista, e veiculada pelos media.

Concurso Europeu “Jovens pela Prevenção da Violência Doméstica e Violência Sexual”

Concurso Jovens Prevenção Violência Doméstica

Concurso vídeo para jovens entre os 18 e os 25 anos em que o principal objetivo é consciencializar para a violência contra as mulheres e alertar as sobreviventes para a importância de procurar serviços de apoio.

. O direito a viver sem mutilação genital feminina

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Porque os Direitos Humanos não têm férias, acompanhe a campanha O Direito a Viver sem Mutilação Genital Feminina que está a decorrer desde o passado dia 20 de julho nos aeroportos de Portugal e Guiné-Bissau.

Veja aqui o vídeo do lançamento da campanha no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

. Campanha “O direito a viver sem mutilação genital feminina”

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A P&D Factor integra a Campanha “O direito a viver sem mutilação genital feminina”: porque os direitos humanos não fazem férias, dizemos sim à defesa e protecção dos direitos fundamentais de meninas e mulheres, dizemos Sim ao Fim e Abandono da Mutilação Genital Feminina.

Progress of the World’s Women 2015-2016 - Transforming Economies, Realizing Rights

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Este relatório da UN Women - Progress of the World’s Women 2015-2016 - Transforming Economies, Realizing Rights - baseia-se nas experiências de pessoas que trabalham no sentido da igualdade de género e dos direitos das mulheres em todo o mundo. Ele fornece os elementos-chave de uma nova agenda política a longo prazo que podem transformar as economias e tornar os direitos das mulheres uma realidade.

Quando a prevenção não existe e os direitos são ignorados

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"Um novo relatório da ONU divulgado no final de abril diz que, apesar de ser proibida pela legislação nacional e internacional, a mutilação genital feminina (MGF) continua a aumentar na Guiné Conacri. No estudo refere-se que 97 % das raparigas e mulheres com idades entre 15 a 49 anos a viver naquele país africano foram submetidas ao corte dos órgãos sexuais externos.".

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